Por que não devemos nos automedicar?

É muito comum possuirmos em casa ou, até mesmo, na bolsa uma espécie de “farmacinha” com medicamentos como analgésicos, anti-inflamatórios, antialérgicos e outros que utilizamos no dia a dia. Porém, por mais inofensiva que pareça, essa prática pode trazer consequências graves à saúde.

A automedicação se caracteriza pelo ato de ingerir medicamentos sem prescrição médica. Segundo relatório divulgado por entidades ligadas à Organização das Nações Unidas (ONU), até 10 milhões de pessoas podem morrer por ano até 2050 por causa do uso indevido de medicações por conta própria. Esse consumo desenfreado de medicamentos pode resultar em intoxicações, reações alérgicas, dependência, resistência do organismo ao medicamento à longo prazo – ou seja, com o tempo, vai deixando de fazer efeito – e camuflagem de doenças mais graves – o alívio imediato dos sintomas faz com que a preocupação diminua e a principal causa não seja investigada, assim, esconde possíveis problemas mais graves.

Bula – O Conselho Federal de Farmácia realizou uma pesquisa e constatou que, pelo menos, 77% dos brasileiros possuem o hábito de se automedicar. Especialistas defendem que o usuário deve, pelo menos, ler a bula do medicamento, pois é nela que contém todas as informações úteis. 

Para mais informações, é possível consultar o Bulário Eletrônico da Anvisa, que facilita o acesso rápido e gratuito pela população e profissionais de saúde às bulas de medicamentos. Basta acessar o link: https://consultas.anvisa.gov.br/#/bulario/

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